Sobre

O portal Ação Humanitária nasceu da ideia de compartilhar informações, em língua portuguesa, relacionadas com o campo da ajuda humanitária para o público que necessita de fato dessa informação: profissionais, voluntários, pesquisadores, professores, estudantes, etc. Infelizmente, esta é uma área em que ainda existe pouca informação difundida no Brasil, seja pela falta de revistas especializadas, centros de pesquisas, sites, blogs, dentre outros.

Profissional Humanitário

A quantidade de pessoas afetadas por conflitos atingiu níveis não vistos desde a Segunda Guerra Mundial. De igual maneira, o número de pessoas afetadas por catástrofes naturais aumenta a cada ano. Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 130 milhões de pessoas no mundo precisam da ajuda humanitária para sobreviver.

Você já se perguntou como as equipes médicas chegam nos lugares mais inóspitos? E num campo de refugiados, já imaginou como ocorre a direção e coordenação de médicos, enfermeiros, gestores de logística, engenheiros, administradores,sobretudo considerando que são profissionais atuantes em diversas agências humanitárias governamentais e não governamentais? Eles são a última esperança de que abrigo, alimentos, água, itens básicos e assistência médica e sanitária cheguem àqueles que mais necessitam. São profissionais que gerenciam milhões de dólares e os mais diversos donativos.

O Dia Mundial da Ajuda Humanitária, idealizado pela Assembléia Geral da ONU em memória aos 22 membros (incluindo o então Chefe da Missão, o brasileiro Sérgio Vieira de Mello) mortos no atentado ao Hotel Canal em Bagdá, em 19 de agosto de 2003, foi criado visando prestar reconhecimento e homenagem a todos aqueles que arriscam suas vidas, profissionais e voluntários, nos mais diversos serviços humanitários, e criar maior mobilização em prol das emergências pelo mundo. O tema escolhido para o ano de 2016 foi “Uma Humanidade”.

Teoricamente, os trabalhadores humanitários estão “protegidos” pelo Direito Internacional Humanitário que os colocaria de fato imunes aos ataques em áreas de conflito e guerra. Entretanto, segundo a ONU, 474 trabalhadores foram mortos somente em 2013. Na Cúpula Mundial de Ajuda Humanitária, realizada em maio de 2016, em Istambul, os líderes mundiais declararam apoio à “Nova Agenda para Humanidade”, onde se comprometeram a envidar esforços para prevenir e por fim a conflitos, respeitar regras de guerra, não deixar ninguém para trás, trabalhar de diferentes formas para eliminar carências e investir na humanidade.

Espera-se então que, com o respeito às regras de guerra, os trabalhadores humanitários tenham seus direitos respeitados. É fundamental e imprescindívelque os Estados cumpram as suas obrigações, decorrentes do direito internacional, de proteger os profissionais e voluntários que continuam a ser feridos e mortos e que o imperativo humanitário sempre prevaleça. Há que se atuar de forma contínua e permanente para prevenir e abrandar o sofrimento humano causado pelos desastres naturais e conflitos armados e nada pode prevalecer ante este princípio

QUEM SOU:  

Beatriz Gurgel

Beatriz Gurgel é jornalista (MTB 1676),  especialista em Teoria da Comunicação pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e Mestre em Ajuda Humanitária Internacional pela Universidade de Deusto, Espanha. Trabalhou em ONGs como UNICEF, ABONG/Ceará, EUBRA – Euro-Brazilian Sustainable Development Council e a Central Única das Favelas – CUFA/Ceará, na Prefeitura de Fortaleza e Governo do Estado, atuando em funções como Assessoria de Imprensa e de Projetos Sociais desde 2005. Desde 2012 trabalha na Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), sendo Coordenadora do Instituto FIEC de Responsabilidade Social (FIRESO) e atualmente no Serviço Social da Indústria (SESI) no desenvolvimento de Projetos Sociais.

Email: bia@acaohumanitaria.org.br

SOLUÇÕES SOCIAIS:

Trabalha com as seguintes soluções para sua instituição e projeto

  • Palestras sobre Ajuda Humanitária
  •  Captação de recursos
  •  Desenvolvimento de Projetos
  •  Assessoria de Comunicação

 

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